segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O vento não leva


Não diria que ficou lá atrás, anda sempre comigo, no meu peito. Em todas as ruas que eu passo, nas horas que eu conto, nos livros que leio consigo ver. Vejo as lembranças em todos os cantos. E talvez elas não estejam inteiramente neles, estejam em mim. E se estão em mim, estão bem guardadas. Cuidarei para que o vento não as leve.
O que eu queria que levasse era a saudade, mas saudade o vento não leva, nunca leva. As vezes penso que se esvai a cada linha preenchida. É uma impressão boa, porém é impressão. Então que fiquei aqui, que faça companhia, mas em silêncio - peço por favor -porque se resolver falar,nunca fala : grita! Eu a conheço, me conheço.



Um ano não mudou nada, te amo pai !

Essa música ...

nunca foi completa. Então não me culpe, dizendo todas as vezes que só ouvi pela metade. Você não soube escrever.